Greve foi encerrada na UnB

Greve foi encerrada na UnB

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7 respostas em “Greve foi encerrada na UnB

  1. Não foi encerrada coisa alguma!
    Houve um NOVO GOLPE, onde haviam 445 votos a favor da continuação da greve com 870 pessoas presentes. Ou seja, mais da metade. Tudo resolvido, quando…
    De repente, com 478 votos, ganha o fim da greve. Agora me explica: como? Até onde manda a matemática, 445+478= 923.
    Rafael, que é da Física, perdeu a soma no meio do caminho, ou só perdeu a ética mesmo?

    Essa greve só acaba quando esta ADUnB for deposta, e possamos ver um resultado legítimo.

    Não sou tão a favor da greve quanto sou contra GOLPES. Abaixo a anti-democracia!

  2. O verbo haver nos sentido de existir é impessoal e, portanto, não se flexiona no plural. Jonatas, você é professor? Se for, que vergonha. Se for aluno, dedique-se mais aos estudos.

  3. Caro Jonatas, devemos lembrar também que foram os partidários da greve que não aceitarem a contagem dos cartões na mesa, como proposto inicialmente pela direção da ADUnB, e exigiu a contagem das mãos levantadas. Isso remete a duas conclusões: se houve votos duplos ( e não acho que tenha havido), esses partiriam do lado dos partidários da greve, ou, a contagem das mãos levantadas permitiria a não aceitação de derrota, e a criação de tumulto, como realmente ocorreu. Por favor aceitem a decisão e respeitem os votos e opiniões dos outros, assim como aceitamos a declaração de greve!

  4. Quanto ao comentário do João, respondo somente que não paro para revisar meus textos de internet. Tenho muito trabalho a fazer para gastar meu tempo revisando algo que apenas uma ou duas pessoas lerão e responderão com coerência – o que não é o seu caso.

    A ordem da votação contou primeiro os favoráveis à retomada da greve. Realmente cometo um erro ao julgar de que lado estavam os votos errados.

    Não tenho problema algum em aceitar a decisão da maioria. Mas creio que há algum problema em uma votação quando, existindo uma lista de presença, o número de votos excede o número de votantes confirmados. E é um erro tão simplório que me assusta não terem feito uma recontagem.

    Não sou favorável ao Comando de Greve. Mas tampouco sou favorável a esta gestão da ADUnB. Acredito que a fragmentação do Corpo Docente da Universidade de Brasília enfraquece-o, e que, mais que tentar estas múltiplas assembleias, deveriam buscar um consenso. Não, não consigo pensar no que consistiria tal consenso, mas acredito na possibilidade de algum acordo que mediasse a situação, não deixando que ela ficasse nesta discussão de extremos.

    E, como já disse, sou contra a continuidade da greve. Mas sou igualmente contra a furos democráticos como os ocorridos nos últimos meses, de ambos os lados – e principalmente contra ao fato de existirem lados nesta história.

  5. Vamos voltar a trabalhar.
    A greve já deu o que tinha que dar. Daqui a três anos fazemos outra.
    Ganhamos o dobro do aumento que está sendo oferecidas para as outras categorias, a proposta da ANDES é um retrocesso à meritocracia, o prazo para negociações já se encerrou. Continuar com a Greve só se for para servir de plataforma política para PSTU. Eu não sou massa de manobra de PSTU. Obrigatoriedade de prof. repor aula para aluno grevista, chamar professor de golpista, invasão de Adunb. Espero que isso não ocorra nunca mais. Fora xiitas de esquerda, movimento grevista não precisa de vocês.

  6. Prezados Professores,
    Fui contra o movimento de greve no início. Pensei como a greve atrapalharia o semestre, as férias e o pensamento que me levava a repudiar a greve era: será que ela vai resultar em aumento salarial e melhoria da qualidade do trabalho? Bem, longe da assembléia que deflagrou a greve fui informada pelos meios de comunicação que a UNB estava em greve! Emails de alunos desesperados, querendo formar…..toda a programação de utilização dos campos de aula fora da UNB ia também por água abaixo……
    Comecei a participar das assembléias para entender o que estava acontecendo, não só na UNB, mas no Brasil todo….será que o País todo estava errado?
    Tenho certeza que não e ainda mais….aprendi muito sobre a UNB, as pessoas que nela trabalham e o quanto o individualismo pode atrapalhar toda a categoria profissional. Muitas vozes insanas e poucas vozes sensatas….dentre as vozes sensatas….escutei uma frase de uma professora na Ultima Assembléia (aquela denominada a maior de todas……e posso dizer que nao concordo com essa fala que esta foi a maior de todas……..acredito que esta tenha sido a assembléia com maior número de professores, mas a grandeza das atitudes não está ligada à quantidade)…..Uma professora disse: Isso é o que me assusta na UNB….e ela se referia aos berros de professores e alunos quando uma dupla de “palhaços” subiu ao palco para encenar algo que ninguém ou quase ninguém teve a paciência de escutar…..
    outra frase….veio dos alunos, apoiadores da greve: Eles gritam ” O professor, será que educa? Se não apoia a própria luta!!!!
    Mas a maioria dos alunos gritavam: Fora greve, eu quero aula….e outros ainda: A aula é forte, a aula é agora!!!

    Meu Deus, lembrei-me de uma situação que me deixou extremamente envergonhada: No meu ultimo semestre do curso de graduação, de uma Universidade renomada, considerada a melhor Universidade do Brasil…..fui acometida pela greve de professores……………E eu em minha imensa imaturidade e necessidade individual de formar, pensava em meus pais que tanto trabalharam para que eu estivesse ali e conseguisse meu diploma!!!!!!!!

    Hoje, quis a vida que eu fosse professora!!! Quando cheguei em meu Depto fiquei extremamente assustada com as condiçoes de trabalho que tinha que enfrentar…..seis meses sem sala para trabalhar, há 1 ano e 6 meses sem computador e impressora….e não ha laboratório para prática de ensino….como assim? nenhum? nenhum!!!!! o curso é novo? não!!!
    Banheiros em situação precária, assim como os bebedouros, a segurança da Universidade, o salário que mal dá ao final do mês!!! Mas, muito trabalho, pouco reconhecimento e muita cobrança!!!!!!

    Talvez esse texto seja um grande desabafo, de uma pessoa comum, que foi denominada de professora! Que chorou de felicidade ao ser nomeada como professora em uma Universidade Pública e agora lamenta pelo que vê, pelo que ouve!!!!

    Tenho vergonha, não de ter entendido os motivos pelos quais os professores aderiram à greve nacional, mas tenho vergonha da posição extremistas de professores por aderir a greve de maneira a insultar outros professores e aqueles que dizem ser contrarios a este movimento
    Tenho vergonha também por ter que encarar os alunos e dizer a eles que 90 dias não adiantarm nada, porque? porque não nos apoiamos como deveríamos….pois deixamos na mão de 10 a 15 professores, o CLG, o trabalho que era de mais de 2.000,00 e ainda deixamos que fossem julgados nas Assembléias dizendo que não conheciam a ultima proposta do ANDES-SN, na Maior Assembléia de todos os tempos!!!!!

    Que categoria se tornou essa na UNB? uma categoria de extremos, que não quer diálogo entre seus pares? uma categoria que não se respeita? que não luta pela sua propria categoria

    Uma aluna me deixou sem falar, ao dizer que apoiava a greve…quando ela começou….ao dizer que apoiava a greve porque gostaria de estudar com os Melhores!!!!!!!

    Posso dizer a ela que ela não precisa ter orgulho, pois não estuda com os MELHORES!!! longe disso!!! somos covardes, não todos, mas posso dizer a maioria!!!

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